Atividades desenvolvidas |
Atividades desenvolvidas
A estrutura de programação do Centro Max Feffer Cultura & Sustentabilidade divide-se entre “fixa” e “rotativa”.
A chamada programação “fixa” estimula a regularidade de público através da exibição de filmes, realização de shows, peças de teatro e demais atividades que propiciem a fruição do público.
Já a programação “rotativa” amplia o leque de atuação do Centro junto ao público em geral, com a realização de cursos, oficinas e outras atividades de formação e capacitação dos participantes.
1. Módulos Conceituais:
Programação Cultural
Arte e Cidadania
Estímulo à Criação e Produção Artística.
O Centro Max Feffer Cultura & Sustentabilidade atua como um facilitador:
Cultura da Sustentabilidade
Espaço Comunidade
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Educação Musical
2. O Centro de Inclusão Digital - CID
O CID – Centro de Inclusão Digital, uma parceria com a Fundação Bradesco, disponibiliza cursos e livre acesso à internet para a população. Desta forma, promove a autonomia do cidadão e a melhoria das suas condições de vida ao facilitar o alcance à informação e ao conhecimento por meio da tecnologia digital, colaborando para que ele se torne um agente da sua própria mudança.
Diante de um cenário que se caracteriza pela rápida evolução das tecnologias da informação e comunicação, o conhecimento de informática, a capacidade de acessar informações e processar conhecimento são fundamentais para o desenvolvimento de pessoas e empresas.
A implantação do Centro de Inclusão Digital no Centro Max Feffer Cultura & Sustentabilidade permite mesclar economia, cultura e informações, proporcionando um espaço de acesso ao conhecimento e qualificação. Que impacta diretamente em oportunidades de geração de renda e empregos, bem como na melhoria das condições de vida da comunidade, com a ajuda da tecnologia.
O CID:
Um dos cursos oferecidos pelo CID em parceria com a Fundação Bradesco é o Intel Aprender -Tecnologia e Comunidade, que busca desenvolver em crianças, jovens e adultos o pensamento critico, a disposição para trabalhos em grupo e o espírito de colaboração. Dentro desta proposta são desenvolvidas noções básicas de informática e, ao final, os alunos desenvolvem projetos para comunidade local.
O CID proporciona, ainda, horários de livre acesso a internet para a comunidade, de forma que as pessoas possam realizar trabalhos e pesquisas, sempre com o suporte de orientadores.
Em 2009, o CID formou aproximadamente 500 pessoas.
3. A Biblioteca Comunitária
Realizado em parceria com o Instituto Ecofuturo e a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), o projeto Biblioteca Comunitária tem como objetivo ser um espaço privilegiado de acesso aos livros e à construção do conhecimento, contribuindo para a formação continuada dos indivíduos e o desenvolvimento de competências de leitura e escrita, essenciais à emancipação e ao protagonismo.
Uma importante característica deste projeto é o permanente estímulo à participação da comunidade. Os Institutos Jatobás e Ecofuturo divulgaram intensamente o projeto e convidaram, com sucesso, toda a população a colaborar com seu desenvolvimento e implantação.
Histórico
Inicialmente, a Equipe da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil esteve em Pardinho visitando todas as escolas do município. No contato com alunos e professores, foi possível avaliar aspectos quantitativos e qualitativos do processo de leitura, resultando num diagnóstico mais preciso da situação.
Foi realizado então o primeiro curso de Formação de “Promotores de Leitura”.
Cidadãos de Pardinho foram capacitados para se transformarem nos principais agentes do desenvolvimento através da leitura.
E, assim, despertar nas pessoas o interesse de criar novos hábitos, como o de freqüentar a biblioteca, e também o prazer de descobrir um mundo novo, de se emocionar através das letras.
Posteriormente, um novo encontro aconteceu, desta vez para organizar todo o acervo da biblioteca, que já reúne mais de 4.500 livros para crianças, jovens e adultos.
No dia 06 de março de 2010 a Biblioteca foi inaugurada em um evento que contou com a participação da comunidade, representantes dos principais órgãos públicos municipais, empresariais e da diretoria do Instituto Jatobás.
A Biblioteca recebeu o nome de “Emanuel Sartori da Rocha”, uma homenagem da comunidade ao jovem delegado da Polícia Federal, cidadão pardinhense, que se dedicou aos estudos e sempre incentivou a leitura durante sua vida.
O envolvimento que a leitura de um livro promove nas pessoas fez surgir algumas histórias interessantes, como a de um casal de noivos que, saindo do cartório, foi direto ao Centro de Cultura para ouvir histórias. Ou a dos homens que, enquanto aguardavam em fila sua vez no barbeiro, não se importaram de perder a vaga para ouvir histórias que estavam sendo contadas através da leitura de livros na praça da matriz.
Praça Ademir Rocha da Silva, s/nº
Pardinho – SP
18640-000
14 3886.1491
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